Finalmente recebi o meu convite para o Twine
31 de Março de 2008Hoje recebi o meu convite para o Twine. E já não era sem tempo; já me tinha candidatado a um à mais de um mês e já lhe tinha perdido a esperança. Hey, mas mais vale tarde que nunca, não é?
Assim à primeira vista, o serviço parece ser interessante. Já lhe dei uma vista de olhos e já vi algumas das funcionalidade que oferece. A ideia com que fiquei do Twine é que ele é uma mistura de Instapaper.com, um serviço que eu uso com imensa frequência para manter um registo das coisas que quero ler mais tarde, e o StumbleUpon, um site onde é possÃvel encontrar sempre coisas novas - algumas delas interessantes.
Os pontos positivos do Twine, para já, são a possibilidade de criar Twines - grupos onde se adicionam conteúdos - privados e públicos. Esses Twines podem ser imagens, links, texto, vÃdeos, etc. É tipo o Instapaper, mas oferece mais controlo sobre os conteúdos e mais funcionalidades.
Estes Twines, juntamente com os Ãtens, podem ser pesquisados - o tal toque de StumbleUpon. Isto é porreiro para encontrar coisas novas, mas a pesquisa ainda precisa de ser melhorada: é possÃvel pesquisar Twines e itens por tags, utilizadores, locais, etc, mas não por popularidade.
O Twine ainda está em beta privada, por isso deverá sofrer várias alterações até à sua abertura ao público - espero que sejam para melhor. Até lá, vou continuar a ver o que este serviço me pode oferecer.
Se quiserem, podem encontrar-me no Twine com o seguinte endereço: twine.com/user/brunomiguel
Já me esquecia. Tenho 10 convites disponÃveis - um deles está reservado para o meu irmão, caso ele queira experimentar o Twine. Se quiserem receber um dos restantes 9, deixem um comentário a este post e não se esqueçam de inserir o vosso email real no campo devido.
Hoje, no
A meio da década de sessenta, o professor John W. Senders decidiu testar o nÃvel de atenção necessário à condução - ou algo assim parecido. Com um capacete que parece vindo do espaço, um Dodge Polara de 1965 modificado e uns aparelhos cheios de botões, este investigador lançou-se literalmente à aventura numa rua de Boston.

Numa tentativa invulgar de dar vida à s vendas do Windows Vista, a filial japonesa da Microsoft adoptou uma táctica conhecida como “Estratégia Hello Kitty”.
