Posted by Bruno Miguel on 20 de Janeiro de 2008
“Querido, vou ali ao Doutor. Estou a precisar de ter um orgasmo.”
À uns 100 anos atrás, ouvir uma mulher dizer isto ao marido não era nada de extraodinário – a não ser que fosse dito em público. Os povos ocidentais daquele tempo pensavam que as mulheres não sentiam prazer quando faziam sexo, por isso era normal que elas acabassem frustradas.
Para ultrapassar esta frustração – que causava sono, irritabilidade e outros sintomas -, as mulheres iam ao médico para ter orgasmos. O médico, para “curar” esta “doença” (sim, na altura, isto era quase uma doença e motivo de preocupação para as mulheres), metia as mãos ao trabalho, literalmente. Mas estar sempre a mexer os dedos consegue ser cansativo. E deste cansaço nasceu o primeiro vibrador.
Este post é um pequeno resumo de um artigo bastante interessante que encontrei no site tdb.com. Este artigo mostra o quão ridícula era a sexualidade até à bem pouco tempo e de que forma os “bons costumes” e a religião a tornaram ainda mais ridícula. Leiam o artigo, porque vale a pena.
Posted by Bruno Miguel on 12 de Janeiro de 2008
De acordo com um estudo realizado pela National University of Singapore, a visualização de imagens com comida e/ou o cheiro a comida fazem com que tomemos decisões mais impulsivas, arriscadas e que compremos mais, mesmo que o dinheiro seja pouco.
Infelizmente, o som de comida ou sons sobre comida não foram estudados. Mas diz-me a experiência que os sons não influenciam nada, se não tinha comprado o CD do Tino de Rãs quando o ouvi cantar “Pão, pão, pão, pão com manteiga”.
Fonte: ScienceDaily, via Webtuga
Posted by Bruno Miguel on 27 de Dezembro de 2007
A corrida das mulheres ao espaço está prestes a começar – e vai ser sem dó nem piedade. Isto porque um grupo de astrónomos descobriu o maior diamante de sempre.
Situado a 50 anos luz da Terra, na constelação de Centaurus, o diamante – apelidado de Lucy, em tributo à famosa música dos Beatles “Lucy in the sky with diamonds” – é feito de carbono cristalizado, tem 4 mil quilómetros de diâmetro e tem muitos e muitos quilates.
Este diamante, por incrível que pareça, tem algo ainda mais extraordinário que o seu tamanho, número de quilates e localização: ele é o resultado da explosão de uma estrela semelhante ao Sol (uma anã branca cristalizada).
Eu tenho cá para mim que umas quantas tias do Jet7 já estão a fazer planos para daqui a 5 mil milhões de anos, data prevista para a explosão da estrela do nosso sistema solar, na esperança de poderem ver – e quem sabe tomar como seu – um diamante gigante.
Fonte: pravda.ru