“Lonely Can Be Sweet”
22 de Abril de 2008
Imagem da autoria de
Bern@t, disponibilizada sob uma licença
Creative Commons 2.0.
Ursula Rucker - Lonely Can Be Sweet
Pensamentos, notícias, software livre, opiniões, divagações, curiosidades e muito mais!

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Bern@t, disponibilizada sob uma licença
Creative Commons 2.0.
Ursula Rucker - Lonely Can Be Sweet
Num encontro de MVPs (Microsoft’s Most Valuable Professionals) que decorreu em Seattle, Steve Ballmer disse que o Windows Vista é, e passo a citar, «um trabalho em progresso». Ninguém diria isso, quando esse sistema operativo esteve cinco anos em desenvolvimento até ser lançado e acabou a por muitos utilizadores com os nervos em franja.
Ballmer também disse que o «Windows Vista é maior que o XP» e «vai continuar maior que o XP». Se é preciso um DVD, é natural que seja maior. Mas querer que o Millenium 2.0 continue
bloated… Será que não aprendem com os erros ou a Intel está a precisar novamente de ajuda?
O famoso CEO da Microsoft disse ainda que irá usar «o bom trabalho feito no Vista» para progredir. Isto é algum tipo de mau prenuncio em relação ao Windows 7? Teremos que esperar para ver.
via efluxmedia.com
Os padres, principalmente os monges, são uns sacanas de primeira. Como o pessoal não vai à missa dar dinheiro e tomar um pequeno almoço de hóstias - o vinho é só para eles, egoístas -, criaram um vírus que apaga «todo o disco rígido».
Se não acreditam em mim, vejam só este mail que recebi. Isto não é treta. Se é dito num mail em cadeia, é porque é a mais pura das verdades e é impossível negá-lo, por mais provas científicas que possam existir a apontar o contrário.
Gab. Informática - CMCP
Durante as próximas semanas estar atento e não abrir nenhuma mensagem
que receba cujo título seja: «A Bíblia dos Monges» independentemente de quem
lhe enviou o mail, PORQUE VIRÁ DE ALGUÉM DA SUA LISTA.POR FAVOR!! FAÇA CIRCULAR ISTO ENTRE TODA SUA FAMÍLIA E AMIGOS.
NÃO ABRIR a ‘Bíblia dos Monges’
É um vírus que pode apagar todo o disco rígido.LEMBRE-SE: Este vírus vem de uma pessoa conhecida da sua lista de endereços.
Por favor, envie este e-mail a todos seus contactos.
É preferível receber 25 vezes esta mensagem do que perder tudo.
Se receber um correio chamado ‘Los Monjes.Com’ , não abra e
apague-o imediatamente.
Este vírus suprime os arquivos inteiros de seu computador.
A sério, parem de me enviar estas merdas de mails em cadeia. Enviem antes estas porcarias a quem gosta de as receber; se não, um dia destes, a minha caixa de correio ganha um filtro que apaga os mails provenientes do vosso endereço. Melhor ainda, comecem a dar bom uso ao email.
Se quiserem dar um feeling dark ao mail, metam esta música a tocar enquanto o lêem.

A imagem é da autoria de
kusito, que a disponibilizou sob uma licença
Creative Commons 2.0.
Télépopmusik - Don’t Look Back
Os meus pais sempre me ensinaram que todos, mais ou menos vezes, erram; que isso acontece a todos e o importante é aprender com os erros e a lidar com os erros.
Eu acredito nisto. Não há ninguém que se engane. Mas nem sempre as pessoas corrigem os erros. E acho que é isto que se passa com o Tek - pelo menos na situação que vou mencionar.
Ontem, vi neste site, o Tek.sapo.pt, uma
notícia acerca de uma parceria entre a Caixa Mágica e a Inforlândia e reparei que havia - e ainda há - um erro no nome da marca NVIDIA. “Shit Happens”, pensei eu. Então decidi enviar um mail para um dos endereços da página de contactos a alertar para o erro.
Hoje, mais de 24 horas depois, o erro mantém-se: em vez de NVIDIA, têm NVIDEA. Será que viram o meu mail e não ligaram nenhuma? Ou o mail foi parar ao spam, por conter duas links - uma para o artigo e outra para o site da NVIDIA?
Seja lá qual for a razão para não corrigirem o erro, espero que assim o vejam e corrijam.
Finalmente acabei a reinstalação do XP e software adicional, e a instalação do Edubuntu. Isto, num computador de um amigo do meu pai e não no meu pc. Não quero cá XisPes e companhia.
Este processo ainda me levou algumas horas a concluir. O mais moroso e irritante foi tentar encontrar o problema com o XP, a fim de tentar evitar a formatação. Perdi umas boas quatro horas às voltas com ele, até que acabei por formatar.
Depois de formatado, instalei bastante software livre no XP. Um exemplo é o
OpenOffice, que pareceu agradar bastante ao proprietário do computador. Outra aplicação livre que instalei foi o
Keepass, excelente para guardar passwords, pins, etc.
Depois veio a instalação do
Edubuntu. Como não tinha um CD desta distribuição, instalei o Ubuntu 7.10, seguido dos pacotes do Edubuntu. Actualizei o sistema e ainda instalei mais algumas aplicações. No final, mais de 1GB de dados gastos só com o Edubuntu e um miúdo super contente com o software.
O miúdo estava de tal forma contente que não parava quieto; parecia que tinha o turbo ligado. Vocês nem imaginam a reacção dele quando viu o
Tuxpaint e o
Gcompris. Se há efeito WOW, ele sentiu-o assim que viu o Edubuntu.
Daqui a uns tempos, talvez no próximo fim-de-semana, tenho que dar uma pequena formação ao miúdo e ao padrinho dele, configurar o acesso à net no computador e ver se a placa de som está a funcionar no XP - eu só tenho umas colunas 5.1 e aquele computador tem uma placa 2.0 , e também não queria parar de ouvir música enquanto estava de volta do computador.
Infelizmente, e não por falta de vontade, não tenho muitas oportunidades de ajudar alguém a utilizar software livre. Mas quando elas acontecem, sabe bem. Sou idealista, que querem que faça.
Nota: a imagem deste post é da autoria de
carf, que a disponibilizou sob uma licença Creative Commons 2.0.
O computador que me trouxeram, todo minado, já só sofre do Windows XP. Ao fim de várias horas a tentar evitar uma formatação, com restauros de sistema, entradas em modo de recuperação (ou lá como raio aquilo se chama) e tudo o resto, acabei por utilizar a boa velha formatação.
Comecei a formatação perto da meia-noite e meia. Às duas e quarenta, mais ou menos, tinha acabado a instalação do XP e já estava a instalar algumas aplicações. São três e nove, e ainda falta instalar um pacote de produtividade (possivelmente o OpenOffice - ainda tenho que falar com o dono do computador acerca disso), um cliente de mensagens instantâneas e mais umas quantas aplicações.
Já nem me lembrava o inferno que é instalar o Windows. Acho que me habituei mal a fazer uma instalação de 15 minutos e, no final, ter um sistema operativo com uma miríade de software já pronto a utilizar, como um cliente de mensagens instantâneas, um pacote de ferramentas de produtividade, um browser, um cliente de email, etc.
Bem, instalei várias aplicações livres no Xispe. Outras, por motivos de força maior e com muito desagrado da minha parte, tiveram que ser fechadas. Infelizmente, teve que ser assim; o dono deste computador está habituado e mexer em determinado software - faltam-lhe os conceitos, tem apenas o hábito.
Mas nem tudo é mau. Vou instalar o Edubuntu neste computador, assim que acabar este post, e isso, parece-me, vai facilitar o entendimento do conceito software livre e a preferência por este software.
Ainda estive a equacionar a possibilidade de instalar o DebianEdu neste computador. Mas após contacto com o Rui Azevedo, da associação
Ensino Livre, decidi instalar a versão educacional do Ubuntu. Deixo o meu agradecimento ao Rui, mas também ao
Pedro Ribeiro e ao
José Rocha, também pelas suas sugestões.
Agora, de volta ao XP (estou-me a atrofiar todo com este interface. depois de experimentar Gnome e KDE, o Explorer parece-me um pouco feito em cima do joelho) para acabar de instalar mais algumas aplicações livres e depois Edubuntu all the way!
Hoje é um daqueles dias em que me aparece alguém em casa com um computador infestado com Windows e vírus.
Até agora, este computador tem uma performance péssima, um dialer, um trojan e outro malware qualquer. Conto encontrar mais alguma coisa quando o clamwin acabar o scan, e também evitar a normal formatação.
Como esta pessoa tem um miúdo na escola, talvez lhe instale o Edubuntu. Já lhe tinha disto à uns tempos e essa pessoa mostrou-se interessada. Se a oportunidade surgir, instala-se; se não surgir, faz-se com que surja.
Agora, de volta ao (disco de petri) computador com vírus.
Eu já sabia que, nestas coisas, os portugueses são muito estúpidos – parecem um burro a olhar para um palácio. Mas estava longe de imaginar que fazemos parte do top da parvoíce informática.
Vejam esta miséria: a Symantec divulgou um relatório sobre os países com computadores mais infectados por malware e Portugal está em décimo lugar no top dos países europeus, africanos e árabes - a Symantec chama-lhe EMEA (Europe, Middle East and Africa). No panorama global, o nosso país ocupa o vigésimo quinto lugar, num total de, reparem bem, 231 países. Isto nem ao diabo lembra, caramba!
Existem países em que a situação é pior que em Portugal. Os Estados Unidos e a Espanha são dois exemplos em que a incidência de malware é maior. Talvez isso se deva, em parte, à maior população.
Mas o número de habitantes não é, nem deve ser, desculpa. E os problemas dos outros são isso mesmo: problemas dos outros. Com os nossos é que nos devemos preocupar primeiro.
O problema é que muito pouca gente se preocupa com isto. Por isso é que recebemos, por mail, aquelas merdas em powerpoint; imagens de putos que têm todas as doenças do mundo e poderão ser ajudados se reenviarmos aquele mail a todos os nossos contactos; vídeos de alegadas cenas de sexo com pessoas conhecidas; aplicações que resolvem todos os problemas do computador; prémios e/ou oportunidades fantásticas… Isto tudo enviado pelos nossos contactos.
Onde é que está o cérebro nestas alturas? Será que as pessoas o metem em standby quando se sentam em frente a um computador?
Acabo por dar alguma razão a quem diz que algumas pessoas deviam ser proibidas de mexer num computador. Talvez isso resolvesse uma boa parte dos problemas com malware.
Mas se não mexerem num computador, torna-se difícil aprenderem a trabalhar com ele.
Enquanto não é criada uma solução para este problema, podem ser seguidas um conjunto de dicas para atenuar esta situação, que passo a enumerar: parem de reenviar aquelas porcarias de emails anormais que recebem, com powerpoints e crianças que sofreram todas as desgraças possíveis e imagináveis; parem de clicar em todo o que mexe e brilha; usem software e sistemas operativos seguros; usem o raio da cabeça.
Com este meu pequeno conjunto de medidas, que quase não dão trabalho a implementar, Portugal rapidamente caia para os últimos lugares do top de países com computadores infectados por malware.
Hoje, pela primeira vez em muitos meses, saí à rua em t-shirt (dos ciganos), porque uma das máquinas de lavar roupa avariou. Só não saí também em calções porque não me apetecia estar a despir as calças de fato-de-treino - pelos joelhos, tipo dred basofe fubu do ghetto - para vestir uns calções.
Foi agradável sair assim à rua, sem ter frio. E o cheiro a “quase Verão” no ar, apesar de ainda estarmos no início da Primavera, é muito fixe, principalmente quando se vive no campo, mesmo perto de um pinhal e se sente aquele aroma todo a pólen - algo a que, curiosamente, sou alérgico.
No Inverno, a maioria dos dias não eram tão quentes como esta noite. E ainda por cima havia o raio da chuva que, apesar de pouca e necessária, ainda incomodava.
Confesso que já tinha saudades deste tempo e deste calor. Pena é que, a partir daqui, a temperatura vai aumentar até estar abrasadora.