Arquivo para 'Humor'

Como (des)motivar um departamento de vendas, Microsoft style

17 de Abril de 2008

Este, ao que parece, é suposto ser um vídeo pago pela Microsoft para motivar o seu departamento de vendas. Nesta… mão cheia de imagens paradas deprimentes que, quando passadas seguidas, dão a sensação de movimento, aparece o Bruce ServicePack e a Vista Street Band a cantar a música Our Ecosystem Rocks.
Bem, as empresas americanas costumam ter umas técnicas de motivação que eu nunca compreendi e que nunca me fizeram sentir qualquer motivação extra; muito pelo contrário, sempre me fizeram sentir desmotivado.

Reparem nos primeiros segundos do vídeo. Aquilo é um toque de Village People ou a personagem está a mandar uma mija no logótipo? Eu tenho a sensação que é um misto das duas.

Ah, “ganda” Nuno!

13 de Abril de 2008

crocodilo
Imagem original da autoria de pedro_qtc, que a disponibilizou sob uma licença Creative Commons 2.0.

Ou este gestor tem mesmo apreço pelo seu cliente, ou já não pode com ele.

Sapo apanhado sob o efeito de drogas

8 de Abril de 2008

sapoNotícia de última hora - se não for última hora, é penúltima; e se não for penúltima, é antepenúltima; e por aí fora: o Sapo foi apanhado sob o efeito de drogas.

Reparem no malandro, claramente sob o efeito de uma droga que causa sonolência e olheiras - possívelmente cannabis.
Para além das olheiras e ar de zombie, o movimento de olhos do Sapo é claramente mais lento. E o coaxar… parece que lhe diminuiram a velocidade para metade.

Repararam que, por cima da prova do crime, diz “Fazer olhinhos”?! Mas aquilo não é de fazer olhinhos, é de fazer essas, de partir nelas, de “socializar”.
E aquele sorriso de orelha a orelha (ou até onde deviam estar as orelhas) ainda deixa menos margem para dúvidas: o sapo está sob o efeito de drogas.

Ele podia era ser um fixe e dizer quem é o dealer dele, só naquela de matar a curiosidade às pessoas, mais nada.

Microsoft adquire a Open Source Initiative

1 de Abril de 2008

microsoft open source initiative

Como se não basta-se a imagem, foi publicado um post num dos blogs da OSI sob o pseudónimo Steve Ballmer, onde se pode ser o seguinte:

Hi, Steve Ballmer here. We’re pleased as punch to announce the acquisition of the Open Source community into the Microsoft fold. As I’ve said before, it’s all about the developers. Developers, developers, developers! And now that we’re partnering with the Open Source community, and adding Linux compatibility to Windows, we’ve opened many doors and gates to our customers.

In the OSI board election held at the end of March, we’ve gotten a controlling majority of board seats. No, Mr. Perens, you didn’t get a seat.

Não podia deixar passar esta da OSI. O que eu já me ri à pala disto!

Bem, este é o meu post do dia das mentiras. Era para ter escrito que não sou o melhor blogger do universo, mas acho que isso era demasiado forte para um dia em que as mentiras devem ser leves e não causar problemas cardíacos.

“Dá-me o telemovel já! Mix”

29 de Março de 2008

Começo a ter pena da pita da Carolina Micaelis que queria à força que a professora lhe desse o telemóvel (not!). Coitada, durante o próximo mês, este “remix puntz puntz hiphop gangasta i kill you yo in tha house” vai andar em tudo o que é blogs, fóruns, contas do Hi5 e, ironia do destino, telemóveis.

via ruben-alves.com (não digam a ninguém, mas podem descarregar a música no megaupload)

Update: parece que este não é o único remix. O Filipe Brandão deixou, nos comentários, o link para mais uma música do “dá-me o telemóvel já”: http://www.youtube.com/watch?v=0jhu64CtNKE&feature=related

A terra é… tipo pizza?

28 de Março de 2008

Acho que já sei quais são as armas de destruição maciça que os americanos diziam existir no Iraque: estupidez atómica e parvoíce nuclear. É que só pode, porque não é normal um suposto investigador de astronomia dizer que a Terra é achatada e que o Sol gira à volta do nosso planeta, ainda para mais num debate televisivo.

Vejam o vídeo, porque ele é demais. Só de ler o post do Boingboing, eu parti-me a rir. Então quando vi as explicações “fantamarabulásticas”, onde até os olhos são mencionado… Pah, vejam!

via Boingboing.net

Eu só quero ser amado

17 de Março de 2008

Porque é que há pessoal que não me conhece e não me curte? Um tal de Rick G. e o admin do msfans.net são dois que nunca me viram na vida, e no entanto não me curtem nem à lei da bala.

Porra, pah. Eu sou simpático e tudo. Eu tenho sentimentos. Eu só quero ser amado! :P

Tá-se bem

16 de Março de 2008

just hanging around
Imagem da autoria de Immagina, disponibilizada sob a licença Creative Commons 2.0 by-nc-sa

O alfabeto macabro e o alfabeto geek

11 de Março de 2008

abchorrorA actual forma de ensino é - atenção, porque vem aí chavão - defeituosa na sua concepção (defective by design). Basta ver, como exemplo, o comentário que deixaram no Webtuga: completamente indecifrável. Nem peritos em criptografia o conseguiram descodificar, e olhem que estou a falar do pessoal que conseguiu perceber o que o Rambo (grunhia) dizia.

Há que apostar em novas formas de ensino, métodos que realmente funcionem. Por exemplo, o abchorror, ou analfabeto macabro (tradução macarrónica), que utiliza filmes de terror para ensinar o alfabeto. Com isto, é certo que os putos vão decorar o bê a bá (da bicharada?!) num instante! Esta ideia é tão boa, que poderia muito bem fazer parte da reforma da educação que este executivo quer, a todo o custo, doa a quem doer, realizar.

Bem, talvez esta ideia de utilizar filmes de terror se aplicasse melhor à matemática. Mas concedo esta ao criador do abchorror. Fair Play!

O mesmo criador do abchorror também oferece outro método alternativo de ensino do alfabeto: o abcgeek, ou alfabeto geek. Este talvez devesse ser usado apenas na pré-escola, porque não andamos para aqui a querer formar totós; queremos formar homens de barba rija e mulheres de peito firme - nem que para isso se recorra a implantes!

Eu, se fosse à Sô Dona Maria de Lurdes Rodrigues, observava com muita atenção estas formas bastante interessantes e promissoras de ensino. Isto é coisa para o futuro, uma aposta na posteridade, nas gerações vindouras. Temos que olhar para a frente, ou como um treinador de futebol que tive dizia: «Para trás mija a burra». (O Zé Cana é que a sabia toda)

A língua “portugrunhesa”

10 de Março de 2008

axas isto dar nas noticias para quê n xama atençao .nao da espetadoures .
agora dizer como foi quando encerrarao o btuga isso sim .e granda aprençao 3 sites encerados e forao apriendidos nao sei quantos compotadores topo de gama isto e que da noticia e triste mas e a verdade .

O último comentário feito no Webtuga, no artigo sobre uma universidade holandesa que está a utilizar o protocolo bittorrent para distribuir actualizações entre 6500 computadores, transcrito no início deste post, tem uma variante da língua portuguesa a que chamei carinhosamente de “portugrunhês”.

O “portugrunhês” é caracterizado por diversas formas de atentado à língua portuguesa, como o acrescentar ou remoção de letras às palavras, fusão de duas palavras diferentes numa só (por exemplo, oubisto, que é uma mistura de ouvido - de ouvir - e visto - de ver) e uso exagerado do x (característica importada do “pitês”).

Com uma escrita desta, não é de admirar quando se vê “portugrunhês” nos sites de algumas empresas, como recentemente se viu no site português da Apple; ou em ofícios, memorandos e outros documentos. Eu não me admiraria se, um dia destes, os documentos do Estado começassem a aparecer com “portugrunhês” lá pelo meio.

Eu não posso deixar de perguntar o que raio é que se anda a ensinar na disciplina de português. A sério, que raio é que está a ser leccionado? Isto é alguma vingança macabra dos professores, por causa da reforma que este governo quer fazer na educação? Ou os alunos andam é a ver demasiados Morangos com Açúcar?

Já de agora, se alguém me conseguir traduzir o comentário deste jovem (presumo que seja um jovem, por causa do “pitês” utilizado), eu agradeço. Gostava de lhe responder, mas sem saber o que ele escreveu, é-me difícil fazê-lo.